
Quis-te esquecer de todas as maneiras possíveis e imaginárias e cheguei a um certo ponto que pensei que isso não fosse possível.
Lembrava-me de ti todos os dias ora fosse por causa de uma música, que tínhamos ouvido juntos, ora fosse por causa de uma frase, que me tivesses dito, ou simplesmente porque sim. Hoje reparei que passaram-se anos e eu ainda continuo a lembrar-me de ti, não porque continue amar-te mas porque me habituei-me a lembrar de ti. É como todas as manhãs fazer a cama que, onde tantas vezes me lembro de ti, não gosto mas habituei-me.